Araxá/MG
12h30 09 Dezembro 2025

ASSISTA: Inquérito sobre gata 'pichada' em Araxá/MG é concluído pela PC e suspeito é indiciado por maus-tratos

Por Priscila Pedroso - TV KZ
PC - Divulgação
Como a gata ficou após a aplicação do spray.

A Polícia Civil (PC) concluiu nesta terça-feira (9) o inquérito que apurou um suposto caso de maus-tratos contra uma gata na Rua Wilma Lúcia Ferreira, no bairro Novo Horizonte, em Araxá/MG, registrado na madrugada do último dia 30 de novembro, por volta de 5h25, quando o animal foi "pichado". Um homem, de 20 anos, foi indiciado acusado por maus-tratos a animal. O crime se enquadra no artigo 32, parágrafo 1º-A da Lei 9.605/98, com pena agravada quando a vítima é cão ou gato.

O caso foi investigado pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente, chefiada pelo delegado Luiz Gustavo Oliveira, pertencente à 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Araxá. O delegado informou que a gata passa bem.

O caso

De acordo com informações da PC, a investigação começou após a circulação de um vídeo nas redes sociais mostrando a gata sendo atingida por um produto em spray. A gravação teria registrado três pessoas próximas ao animal — uma delas apenas acariciando o felino, outra sentada na calçada e a terceira, que teria aplicado o produto no animal antes de todos deixarem o local.

A investigação

Quatro testemunhas compareceram à delegacia em 1º de dezembro de 2025 para prestar depoimento. A PC identificou e ouviu o suspeito, que teria confessado o ato e dito que havia consumido bebida alcoólica. Ele afirmou que acreditava que o spray seria algum tipo de remédio.

A Polícia Civil informou que o produto utilizado seria um ectoparasiticida de uso veterinário que possui substâncias tóxicas para gatos. O material foi apreendido e submetido à perícia.

Conclusão do inquérito

A Polícia Civil concluiu o inquérito com o indiciamento do suspeito pelo crime de maus-tratos. O procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário para análise do Ministério Público, que definirá os próximos passos. Não houve prisão.

A PC reforçou que esse tipo de conduta pode configurar crime ambiental e orienta a população a não praticar ações que possam resultar em maus-tratos.

Assista (ative o som):

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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